Resumo da semana de 16 de 22 de maio

17.05

17.05 1

No dia 17, fizemos a distribuição do Jornal Diálogo quinzenal e setoriais nas bases da Petrobrás em Candeias (OP-CAN, EVF, UPGN e Estações) e da Transpetro em Madre de Deus.
Análise de conjuntura bem recebida pela categoria que está compreendendo a necessidade de resistência e reação da Classe Trabalhadora.

17.05 2

Depois participamos da reunião com o diretor e delegado da SubSede do Sindipetro Bahia em Feira de Santana, após reunião com a Coordenação Regional do MST na Bahia.

18.05

Quarta-feira, cumprindo a nossa tabela de setoriais e distribuição do Jornal Diálogo, hoje pela manhã, estivemos na RLAM, UTE-CF, PBio e BECAN com os diretores Agnaldo Dos Anjos Santos, Andre Araújo, Jairo Batista Silva Santos, Gilson Sampaio (Morotó), Jose Santiago (Mula Preta) e Rosangela Maria.
Mobilizando a categoria para as lutas que se aproximam.

21.05 21.05 1

No dia 21, participamos de uma bela Plenária do Mandato Popular do Vereador Moisés Rocha do PT com a presença de diversas lideranças comunitárias, culturais, populares, partidárias e dos movimentos sociais.
Plenária com a cara do povo e com a representatividade que gostaríamos de ver no Congresso Nacional Brasileiro.
Plenária em que o Partido dos Trabalhadores e Trabalhadoras, além de avaliar o mandato popular de Moisés, também, recebeu novos filiados, como o companheiro Jairo Batista, diretor jurídico do Sindipetro Bahia.

22.05 22.05 1

Grande Plenária de Lançamento da Pré-Candidatura de Zé Neto a Prefeito de Feira de Santana com a participação de lideranças comunitárias, populares, sociais, culturais, sindicais e partidárias, no ultimo domingo.
Trabalhadores e Trabalhadoras do Campo e da Cidade, como os Rurais, Metalúrgicos, Bancários, Professores(as), da Alimentação e Petroleiros presentes em peso na Plenária demonstrando apoio a Zé Neto para Prefeitura de Feira e aos candidatos à Câmara de Vereadores do PT e PC do B da nossa Princesa do Sertão.
Em Feira de Santana, as grandes obras e investimentos foram feitos pelo governo federal ou estadual com a ajuda do Deputado Estadual Zé Neto, como o Hospital da Criança, a Av. Noide Cerqueira, Parque Lagoa Grande e as mais de 45 mil casas do Minha Casa Minha Vida.
As pesquisas demonstram a altíssima rejeição do atual prefeito de Feira que não fez nada, além de pintar meio fio, reformar algumas praças e maquiar a cidade.
A unidade da esquerda na cidade e o apoio de Zé Neto e do Governo do Estado aos candidatos e candidatas a vereador(a) nos levará a vencer o carlismo e a extrema direita em Feira de Santana.
Para vencer o golpe e suas repercussões, precisamos aumentar o espaço da esquerda nas Prefeituras e Câmaras Municipais e Feira de Santana é uma delas.
JUNTOS somos mais FORTES!!!

Pescadores de ilusões

Por Laura Carvalho

 

Na profusão de notícias atribuídas ao governo provisório, constam inúmeras medidas cuja radicalidade contrasta com a interinidade e a falta da legitimidade conferida pelo voto. Seria o caso de uma eventual privatização dos Correios e da Casa da Moeda.

Na taxonomia apresentada no “Staff Note” do FMI intitulado “Accounting devices and fiscal illusions”, cujo conteúdo resumi na coluna “Rigor Seletivo”, de 15/10/2015, uma das quatro formas de reduzir artificialmente o deficit público é a dos chamados desinvestimentos, que elevam receitas hoje em detrimento de receitas futuras.

Como aponta o autor, ainda que a arrecadação oriunda da venda de ativos públicos possa ser contabilizada como reduzindo o deficit imediato, o governo também perde os dividendos futuros das empresas privatizadas, o que pode tornar o benefício fiscal da operação muito menor ou até mesmo inexistente.

Os Correios, que não foram privatizados nem nos EUA por seu caráter estratégico e essencial, registraram em média R$ 800 milhões de lucro líquido por ano desde 2001 (aos preços atuais), dos quais ao menos 25% voltaram para a União na forma de dividendos. Antes do agravamento da crise, o lucro líquido dos Correios chegou a ultrapassar a faixa de R$ 1 bilhão, em 2012, e o da Casa da Moeda atingiu um recorde de R$ 783 milhões, em 2013.

Outros anúncios recentes reforçam a impressão de que a gestão das contas públicas pelo governo interino será menos transparente –além de mais regressiva e contraproducente– do que a posta em prática pelo governo eleito nos últimos anos.

O interventor destacado para o Ministério da Fazenda, o sr. Henrique Meirelles, anunciou, por exemplo, que buscará congelar as despesas públicas em termos nominais (sem o desconto da inflação). No entanto, conforme aponta o estudo do Ipea de Sérgio Gobetti e Rodrigo Orair já divulgado pelo colunista Vinicius Torres Freire em 24/4/2016, quase 92% do aumento de gastos federais em 2015 deveu-se ao pagamento dos débitos com bancos públicos e FGTS –as tais “despedaladas fiscais”–, tendo o gasto real efetivo caído cerca de 4%.

Em mais um truque de ilusionismo fiscal, a equipe econômica provisória poderá aproveitar-se do aumento contábil de despesas em 2015 para vender o peixe da estabilidade no valor nominal dos gastos, sem ter de cortar despesas reais efetivas. Os cortes restringir-se-iam, portanto, aos itens que simplesmente não contam com a boa vontade dos apoiadores mais afoitos do golpe.

Uma das primeiras vítimas foi uma modalidade do programa Minha Casa, Minha Vida, cujo cancelamento anunciado pelo Ministério das Cidades na terça (17) implicará perdas não só de caráter social mas na geração de empregos do setor de construção. Só na cidade de São Paulo, 8.785 unidades habitacionais tiveram seu financiamento suspenso.

A julgar pelo perfil dos suspeitos, as próximas vítimas poderão ser o SUS, a universidade pública e o incentivo à pesquisa, o salário dos servidores menos influentes, ou os outros programas sociais. Os investimentos públicos em infraestrutura, que já vêm sendo atacados desde 2011, podem ser enterrados pela MP 727, de 12/5, que inaugura nova fase de concessões e privatizações.

Enquanto isso, o aumento de impostos progressivos continua fora da agenda, e a eliminação das desonerações fiscais, também. Já a volta da CPMF passou a ser recebida com tranquilidade. Tranquilidade perdida pelos que assistem mais uma vez à mudança das regras da aposentadoria, que, segundo Meirelles, terá de ser feita no meio do jogo.

Maquiavel teria aprovado: todo o mal, de uma vez, concentrado naqueles que sempre falaram menos e trabalharam mais.

Última semana para fazer as inscrições no CONGRESSO DOS PETROLEIROS E PETROLEIRAS DO ESTADO DA BAHIA

Resumo da semana de 09 a 15 de maio

09.05

Iniciamos a semana (09.05), fazendo uma visita a RLAM e distribuindo o Jornal Diálogo da semana, informando à categoria sobre a Paralisação Geral da Classe Trabalhadora no dia 10/05, sobre o Plano de Governo do PMDB com o Projeto Pontes para o Futuro e o Congresso da Categoria Petroleira da Bahia.

Boa receptividade e muitas preocupações da categoria com a iminência de um governo neoliberal golpista, principalmente, com o anúncio do programa de privatizações.

Vamos à luta!

A Petrobrás é do Povo Brasileiro.

10.05

Terça-feira, participamos de alguns protestos em favor da democracia e contra o golpe. Paralisamos algumas rodovias e diversos pontos na capital e interior da Bahia.

11.05 11.05 1

No dia 11, fizemos um seminário para análise da Conjuntura e definição de estratégia para influenciarmos positivamente nas eleições de 2016. O evento aconteceu no CTL – Centro de Treinamento de Líderes da Igreja Católica, em Itapoã.

14.05 14.05 1

Sábado, participamos da plenária do Mandato do Deputado Federal Jorge Solla bastante representativa com a cara do povo Baiano e Brasileiro, avaliando o seu belo trabalho na Câmara dos Deputados em Brasília e nos Municípios da Bahia e mobilizando a militância PTista para continuar lutando contra o golpe e o retrocesso, em Defesa da Democracia e dos Direitos da Classe Trabalhadora.

 

Informativo Maio

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